Em vez de estar em cena no centro da sala com as pessoas olhando no canto da sala, agora, deveríamos ficar ao redor da sala com a pessoa ao meio.. Tenso, muito tenso..Mas vamos lá!
Agora, tínhamos que interpretar a poesia de Manoel de Barros..Mas, não de forma ''normal'', deveríamos interpretar a poesia, fazendo fragmentos da nossa vida relacionado ao texto. Ou seja, cada parte da poesia, deveria conter uma imagem da nossa vida, para que as emoções pudessem se diferenciar uma da outra e cada partitura do texto deveria conter uma emoção para se diferenciar da leitura linear da poesia.
A Wlad pediu para ler a poesia...Aí lascou, por que o meu texto não estava totalmente seguro, mas fui lá e fiz o que me permitiu fazer. Depois ela solicitou que eu mostrasse com o corpo, imagens da minha vida que eu passei ao redor daqueles objetos..As minhas imagens eram: minha avó passando batom ( por que ela era muito vaidosa ), a outra imagem era a minha avó costurando e a outra era a imagem que eu criei para demonstrar a minha dor na hora de sua morte.
Agora, a poesia não podia ser somente lida e interpretada como tal, mas,sim, na emoção que consta atrás de cada imagem..
Confesso que não consegui fazer o jogo como realmente era pra ter feito, por que minha emoção foi à flor da pele depois que demonstrei as minhas imagens.. Não conseguir fazer as imagens e muito menos o texto que quase nem existia nesse momento.
Acredito, que o jogo só fez eu ter certeza, de que, meu porto seguro estava na força que minha avó me dava nas horas mais dificéis.
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